Cenário um
10/04/07Pesquiso já há alguns dias no Sexyin. Não encontro homens de cor (negros, mulatos). Selecciono apenas homens e os que tem fotos. E claro, os mais avantajados. Alguns deles dizem-se bissexuais, mas não estou muito interessado. E sei que ela também não. Queria também algo diferente. Nada de chegar, tirar a roupa e foder. Algo mais trabalhado, com alguma aventura pelo meio.
Um cenário. Chegamos junto do mar. Estaciono ao lado de uma viatura que lá está. Vejo um vulto lá dentro. A porta dela está ao lado da porta do condutor do outro automovel. Ele olha. Sorri, a confirmar o plano.
Abre a porta. Digo a ela para abrir a porta do lado dela. Ficam as duas portas a tapar o acesso ao mar. Quem passar na praia não vê nada do que se passa entre as viaturas.
"Vira-te para ele". Digo-lhe.
Ela está um pouco timida. Mas cumpre. Está de vestido, curto. A meu pedido. Também a tinha convencido a não levar cuecas.
"Abre as pernas, mostra-lhe a tua ****".
Ele não tira os olhos do meio das pernas dela.
"Acaricia-te com a tua mão, masturba-te para ele".
Ela não se sente muito à vontade. Pego na mão dela, e levo-a para o sexo. Faço o dedo dela percorrer a fenda, humida. Ouço um gemido, que ela não consegue disfarçar. Ele do outro lado já tem o sexo fora das calças. Está excitado. E ele não mentiu. São bem os 20 cms que estava indicado no anuncio. Faço sinal a ele para vir junto do carro. Ele pede que aguarde enquanto tenta esconder dentro da camisa que agora está por fora das calças. Olhou para os lados, mas ninguem está a olhar para nós. Encosta-se ao carro. O sexo dele continua erecto. Aponta para a cara dela. Ela olha para os 20 cms que estão ali bem junto da boca.
"Estás à espera de que? Ele quer um broche"
Ela não hesita. Abre a boca para deixar entrar os 20 cms de carne quente e dura.
Ele deixa escapar um gemido de prazer.
Tenho a face encostada à dela. Vejo á frente dos meus olhos o sexo dele a ser engolido, muito devagar, saindo depois na mesma velocidade, deixando um rasto de saliva, brilhante.
Imagino o prazer dele. Este é um dos melhores broches do mundo.
Os meus dedos estão dentro do sexo dela. Massajo o clitoris.
Os gemidos dele aumentam. Prevejo um esguicho de leite quente. Sei que ela não aprecia o sabor do esperma na boca.
"Cuidado que ele está quase a vir-se".
Ela tira o membro da boca, mas continua a massaja-lo.
Seguro na mão dela para o apontar para o peito dela.
Ouço um pequeno grito, que ele tenta abafar. Vejo um liquido esbranquiçado a saltar do sexo em direcção a ela. ELa não para de massajar o sexo, e o primeiro jacto quase me atinge na cara.
O resto atinge-a no meio das mamas, pequenos salpicos ficam alojados na cara.
Ela não para de massajar até que já não sai mais nada.
Eu continuo a massjar o clitoris. Com força. Sinto que ela está quase a vir-se.
"Continua, não pares"
Não paro. Masturbo a **** dela com mais força.
"Vem-te meu amor, vem-te para ele". Digo-lhe ao ouvido.
Ela levanta as ancas. A minha mão mantem-se agarrada aquele sexo humido e quente.
Um grito prolongado, que vai subindo. Olho para os lados. Não há ninguem ali perto. Apenas o barulho do mar. E os gritos de prazer, de um orgasmo que percorre o corpo dela.
Sinto-a a tremer. Ligeiramente. Parou. Um suspiro, enorme, anuncia o fim do orgasmo.
Pego em lenços de papel. Limpo primeiro a cara. Depois retiro o esperma que escorre pelas mamas. São precisos vários lenços, tal a quantidade que ele deixou. Ele aproxima a cara junto dela. Beija-a, primeiro levemente nos lábios, depois com a lingua a entrar com alguma força dentro da boca dela. Ela corresponde.
A seguir ela vira-se para mim. Beija-me, prolongadamente. Sinto um sabor diferente na boca dela.
Ele entra no carro enquanto nos continuamos a beijar. Ouvimos a porta a bater, o motor do carro a arrancar.
Paramos o beijo para sorrir para ele. Acenamos com a mão, numa mistura de adeus e até breve.
Ficamos um pouco mais por ali. Ela sentou-se em cima de mim. Ela sobe e desce em cima do meu sexo.
"Isso minha ****, fode-me com força".
Não demorei 5 minutos a vir-me. Dentro dela.
Ela senta-se no banco, vejo o meu esperma a sair de dentro da **** dela. Lentamente.
Limpamo-nos. Incluindo os restos deixados por mim e por ele.
Não sabemos o nome dele, ficou apenas um nick e um numero de telemovel, e uns restos de leite quente nos bancos do carro.
Ahh, esqueci-me de dizer, este era dos tais que no anuncio se afirmava como bissexual. Mas como tinha avisado que "de momento não estava para aí virado", não houve nenhuma tentativa da parte dele.

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