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 vita

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Colocada: 13/08/06 Assunto: O tabu da homossexualidade |
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Porque é que tanta gente acredita na cura da homossexualidade?
Em pleno século XXI muita gente ainda acredita que a homossexualidade é imoral, decadente, ou um desvio de carácter, e que os homossexuais poderiam ser “normais” se se esforçassem para isto. Quanto às crenças e juízos de valor dos outros, não há muito a fazer.
Mas quando os homossexuais são chamados de doentes, e quando se afirma que esta forma de sexualidade é uma perturbação mental, o mínimo que podemos fazer é esclarecer que, de acordo com a Psicologia, a homossexualidade já não é doença há muito tempo.
Para já vamos voltar no tempo e refazer o percurso do termo homossexualidade na História. Antes de ser considerada uma perturbação, a homossexualidade era uma prática punida juridicamente.
Em 1869, a legislação Alemã punia com prisão todas as pessoas que efectuassem práticas sodomitas, nas quais se incluía o contacto sexual entre indivíduos do mesmo sexo. Num esforço de salvá-los de uma punição jurídica, o médico Húngaro Benkert criou o termo homossexual.
A estratégia de Benkert consistia em dizer que estas práticas eram realizadas por indivíduos doentes, que não deveriam ser punidos, mas sim tratados. Este médico procurou transferir do domínio jurídico para o da saúde aquela manifestação da sexualidade.
Ao despenalizar a homossexualidade, esta perspectiva teve consequências que foram potencializadas no século XX: os comportamentos sexuais transformaram-se em identidades.
A homossexualidade tornou-se uma categoria diagnóstica no “Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders” (DSM) desde a primeira edição do manual em 1952.
Posteriormente em 1973, o peso dos dados empíricos, juntamente com a mudança das normas sociais e o desenvolvimento de uma comunidade homossexual politicamente activa nos EUA, levou o “The American Psychiatric Board of Directors” a votar para remover a homossexualidade do “DSM”, declarando que aquela orientação não está por essência associada à psicopatologia.
Desde então, tratar a homossexualidade como perversão ou depravação é fazê-lo de uma forma reducionista e preconceituosa, ignorando as verdadeiras questões éticas.
Com base no DSM ,durante muito tempo, inúmeros psicólogos não só efectuavam práticas que asseguravam a cura da homossexualidade, como vinham a público fazer propaganda destas mesmas práticas.
Eram as chamadas “terapias de conversão”, que além de não conseguir modificar os desejos sexuais, apenas acentuavam o sofrimento e a angústia inerente ao conflito interno de quem não se aceita como é.
Tanto a heterossexualidade como a homossexualidade são manifestações da sexualidade humana igualmente legítimas, e não existe fundamentação científica para argumentações preconceituosas.
A esperança é que a sociedade possa dar-se conta de que nenhum psicólogo ou cientista tem a última palavra sobre a vida sexual de ninguém.
Texto de:
Ana Belém |
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 maralclx


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Colocada: 13/08/06 Assunto: |
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Vitra transcreveu:
Mas quando os homossexuais são chamados de doentes, e quando se afirma que esta forma de sexualidade é uma perturbação mental, o mínimo que podemos fazer é esclarecer que, de acordo com a Psicologia, a homossexualidade já não é doença há muito tempo.
Eu diria apenas que nunca foi, embora para algumas mentes continue a ser. Lembraria aqueles que a praticam mas não se aceitam a si mesmos, dizendo que o fazem apenas por prazer e não por se sentirem atraídos por elementos do mesmo sexo. Quanto a isso faço apenas um comentário “ pelo amor da santa!”, então quando se tem uma relação sexual não tem de haver o mínimo de atracão?
Vitra transcreveu:
Eram as chamadas “terapias de conversão”, que além de não conseguir modificar os desejos sexuais, apenas acentuavam o sofrimento e a angústia inerente ao conflito interno de quem não se aceita como é.
Acrescento que o resultado dessa terapia só pode levar ao desespero de quem a aceita e na maioria dos casos ao suicídio. Infelizmente ainda há quem julgue que pode curar os homossexuais.
Vitra transcreveu:
Tanto a heterossexualidade como a homossexualidade são manifestações da sexualidade humana igualmente legítimas, e não existe fundamentação científica para argumentações preconceituosas.
A esperança é que a sociedade possa dar-se conta de que nenhum psicólogo ou cientista tem a última palavra sobre a vida sexual de ninguém.
Ora ai está uma coisa com a qual concordo inteiramente.
Mário.
Saiam do armário e sejam felizes, só temos uma vida para viver. |
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 elcask


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Colocada: 14/11/06 Assunto: |
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| desde quando e k a homossexualidad e doença??e algo k nao s pregar...e nem se cria e algo que ja vem da natureza......ninguem e obrigado s ser algo que nao ker.....mas mentalidades tem que evoluir pois o mundo ta sempre a evolui e nao podms parar......a coisas bem piores do k ser homoseexual......TNHO ORGUNHO DE SER O K SOU...... |
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