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Mensagem |
 psycologo


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Colocada: 13/06/07 Assunto: Tipo 1 - Eneagrama - O IDEALISTA |
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TIPO 1 ENEAGRAMA - O IDEALISTA
Se vos doer um bocadinho por dentro ao lerem esta descrição é porque o vosso número é este. (amanhã descreverei a personalidade TIPO 2 - AJUDANTE)
Visão Geral
Tentou ser uma criança exemplar (“sê bom”, “comporta-te bem”, “esforça-te”, “não sejas infantil”, “faz melhor”) Foi sujeito a altas expectativas, sem receber recompensa.
Foi educado para a limpeza.
Tentou desenvolver padrões segundo os quais pudesse julgar o que é “bom” e “mau”, “certo” e “errado”.
É idealista: deseja um mundo de verdade, justiça e ordem mOral.
É leal e amigo: pode animar os outros a trabalhar a sua personalidade e a superarem-se a si mesmos.
É um bom líder e bom professor: esforça-se por dar bom exemplo.
Tem dificuldade em aceitar as imperfeições (suas e dos outros).
É perfeccionista: só quando está à-vontade é que consegue conviver com a imperfeição. Há uma luta contínua de aperfeiçoamento. Aproveita tudo o que o pode ajudar a aperfeiçoar-se.
Encontra sempre falhas no ambiente. É capaz de refazer um projecto desde o início, só porque encontrou um pequeno erro.
A presumida superioridade moral torna-se um prazer que substitui a renúncia de “prazeres inferiores”. O prazer é sempre adiado.
Procura ser bom para não ser castigado.
Sacrificou o desenvolvimento do seu Eu para agradar aos outros e para merecer o seu amor. foi privado da infância e levado a comportar-se, desde muito cedo, como adulto.
Tem tendência para economizar, para guardar. Tem a mania da limpeza e da ordem.
Tem óptimas capacidades para organizar e sente prazer no desenvolvimento das suas capacidades.
Sente-se bem em ambientes que requerem organização e planeamento e não se sente bem a participar em trabalhos que pressupõem grandes margens de erro, interacção com pontos de vista múltiplos, tolerância a opiniões diferentes.
Acha que só há uma visão correcta, uma solução certa para cada coisa.
Quer regras bem claras, quer saber exactamente o que se espera dele.
Uma vez convencido de que está correcto, é invencível e trabalha incansavelmente até ao fim, dedicando-se a causas de valor, com enorme fluxo de energia física, que pode ser altamente construtiva.
Concentra a sua atenção a ‘ver’ o que “está certo” ou “errado”, o que “deve ser feito”.
Tem uma atenção rígida: focaliza intensamente um sector da vida que precisa de correcção e não presta atenção a outros sectores, que se vão desmantelando.
Tem paciência com aqueles que demonstram força de vontade e que admitem os seus erros.
Teme opor-se abertamente à autoridade, por medo de retaliação ou de estar a cometer um erro de julgamento. Não deixa, porém, de desconfiar da autoridade.
Espera que a autoridade note o seu bom desempenho e o recompense.
Tem um estilo intuitivo: apercebe-se facilmente de erros e também se apercebe, de imediato, de como algo poderia ser mais perfeito.
Qualidades
Limitações
Pessoa comprometida em melhorar as coisas, dentro e fora de si mesmo, para conseguir um mundo justo e com ordem moral. Tem critérios morais elevados e está disposto a sacrificar os seus interesses para salvaguardar os princípios em que acredita. Trabalha com intensidade; é metódico e organizado para levar para a frente os projectos; valoriza instintivamente as situações, sabendo ver o que é justo e o que não é. Ao actuar preocupa-se com os pormenores. Perfeccionismo, mesquinhez, crítica excessiva de si mesmo e dos outros, insatisfação e frustração, intenso sentido do “dever”, moralismo e intolerância.
Imagem de si: Tenho razão (“sou preciso”)
Idealização: Honesto
Comunicação / Estilo de Falar: Moralizante (Julga)
Tentação (Dilema): Perfeição
A busca da perfeição domina a vida e é a tentação. Na luta contra a imperfeição, o UM pode tornar-se um Dom Quixote.
Quando encontra algo que lhe parece perfeito, experimenta um êxtase momentâneo. Ao deparar-se com as imperfeições, vem a decepção, daí as frustrações constantes (há uma busca pela Vida Religiosa: “pelo menos Deus é perfeito”).
Um comentário que pode ser frequente é: “pensa como isto poderia ser mais perfeito...”.
É responsável e cumpridor do dever.
É compulsivamente pontual (tem um relógio na cabeça e não precisa de despertador).
Vive sob a pressão do tempo e segue uma agenda bem definida.
É uma pessoa séria, que geralmente não conta piadas.
Os seus hobbies são geralmente práticos (e que podem causar alegria aos outros): cozinhar, cuidar do jardim,...
Tem tendência a renunciar e a punir-se a si mesmo, reprimindo ou matando sentimentos e necessidades.
Ascetismo e puritanismo como meio para se salvar a si mesmo.
Internamente, ferve de raiva, mas não articula agressões, tentado apresentar os seus argumentos e parecer objectivos.
O sentido de perfeição pode ser encontrado em coisas simples: casa arrumada, uma coisa bonita, uma boa conversa, um trabalho bem feito,...
O sentido de perfeição pode também gerar uma magnífica capacidade crítica.
Fuga: Irritação
Quando sente que está irritado, tenta fugir disso, evitar, não demonstrar.
Motivação fundamental: Ira / Cólera
Sente vergonha da sua ira.
A motivação fundamental coincide com a ‘fuga de’.
Não admite (nem percebe) que é agressivo (porque isso é imperfeição).
Pode ser uma raiva vulcânica, assustadora, por ser desproporcional em relação à situação que a produz.
Mecanismo de Defesa: Controlo da Reacção (idealização)
Processo “automático” de censura.
Pelo medo de ser criticado, durante a infância, desenvolveu um sistema de vigilância interna que controla o pensamento, a palavra e a acção.
A repressão das agressões gera uma pressão terrível (“panelas de pressão”). A fúria é a válvula: acumula e, quando tem um motivo que parece legítimo, descarrega tudo.
A compulsão de praticar boas obras pode levá-lo ao desespero: quer ser um aperfeiçoador do mundo, mas nunca está satisfeito com o que aperfeiçoou.
Quando expressam a raiva, é sinal de que está seguro no relacionamento e, quando alguém ouve uma explosão de raiva até ao fim, para o UM é sinal de ser amado.
Tem um ‘crítico interno’: pensamentos julgadores, uma voz que constantemente o censura, o compara com os outros.
A crítica externa é geralmente muito dolorosa, pois já se sente muito criticado internamente.
Tem necessidade de atribuir a culpa a outros, a fim de contrabalançar a intensa crítica dirigida a si mesmo.
O dever de trabalhar afincadamente para satisfazer o ‘crítico interno’ abafa os sentimentos próprios, gera ressentimentos e um sentimento constante de irritação.
Tem a sensação de dois ‘Eus’: um lúdico e outro punitivo. É como uma casa dividida: em cima, mora o ‘crítico interno’ e na cave ficam os sentimentos. Isso gera uma tensão (pois os sentimentos são reprimidos) e pode gerar alternância, erupções momentâneas.
Alguns tentam resolver o dilema levando uma vida dupla (concretamente desejos sexuais reprimidos). Isso funciona como um alçapão que, de vez em quando, em certas situações, dá passagem para a libertação dos sentimentos reprimidos na “cave”.
Se forem pessoas neuróticas, são farisaicas e hipócritas.
Geralmente, tem dificuldade para tomar decisões importantes (medo de errar).
Geralmente, não avança se não tiver o passado resolvido (podem tornar-se a dor de consciência de uma família).
Geralmente, prega a conversão e a renovação. É o tipo reformador.
Armadilha: Susceptibilidade (melindre, irritabilidade, ressentimento)
Há um sentimento constante de ressentimento: qualquer coisa o ‘fere’, o irrita, o incomoda.
Precisa de se aceitar a si mesmo e aos outros, em vez de julgar.
Precisa de ver a trave no seu olho...
As pessoas imaturas do TIPO 1 tornam-se uns “chatos”: os outros sentem-se continuamente julgados e criticados por eles.
Não consegue entender que os outros não se esforcem por serem melhores.
Quando reconhece os seus erros, pede perdão e promete emendar-se.
Consegue perdoar, mas o perdão, geralmente, não é incondicional (consegue guardar “listas” de defeitos dos outros e é rancoroso).
Lentamente, os outros deixarão de levar a sério a pessoa do TIPO 1.
[size=9]Fonte: José Luís Gonçalves, Dr.[/size][/b] |
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 inyou


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Colocada: 14/06/07 Assunto: Re: Tipo 1 - Eneagrama - O IDEALISTA |
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| psycologo escreveu: | TIPO 1 ENEAGRAMA - O IDEALISTA
Se vos doer um bocadinho por dentro ao lerem esta descrição é porque o vosso número é este. (amanhã descreverei a personalidade TIPO 2 - AJUDANTE)
Visão Geral
Tentou ser uma criança exemplar (“sê bom”, “comporta-te bem”, “esforça-te”, “não sejas infantil”, “faz melhor”) Foi sujeito a altas expectativas, sem receber recompensa.
Foi educado para a limpeza.
Tentou desenvolver padrões segundo os quais pudesse julgar o que é “bom” e “mau”, “certo” e “errado”.
É idealista: deseja um mundo de verdade, justiça e ordem mOral.
É leal e amigo: pode animar os outros a trabalhar a sua personalidade e a superarem-se a si mesmos.
É um bom líder e bom professor: esforça-se por dar bom exemplo.
Tem dificuldade em aceitar as imperfeições (suas e dos outros).
É perfeccionista: só quando está à-vontade é que consegue conviver com a imperfeição. Há uma luta contínua de aperfeiçoamento. Aproveita tudo o que o pode ajudar a aperfeiçoar-se.
Encontra sempre falhas no ambiente. É capaz de refazer um projecto desde o início, só porque encontrou um pequeno erro.
A presumida superioridade moral torna-se um prazer que substitui a renúncia de “prazeres inferiores”. O prazer é sempre adiado.
Procura ser bom para não ser castigado.
Sacrificou o desenvolvimento do seu Eu para agradar aos outros e para merecer o seu amor. foi privado da infância e levado a comportar-se, desde muito cedo, como adulto.
Tem tendência para economizar, para guardar. Tem a mania da limpeza e da ordem.
Tem óptimas capacidades para organizar e sente prazer no desenvolvimento das suas capacidades.
Sente-se bem em ambientes que requerem organização e planeamento e não se sente bem a participar em trabalhos que pressupõem grandes margens de erro, interacção com pontos de vista múltiplos, tolerância a opiniões diferentes.
Acha que só há uma visão correcta, uma solução certa para cada coisa.
Quer regras bem claras, quer saber exactamente o que se espera dele.
Uma vez convencido de que está correcto, é invencível e trabalha incansavelmente até ao fim, dedicando-se a causas de valor, com enorme fluxo de energia física, que pode ser altamente construtiva.
Concentra a sua atenção a ‘ver’ o que “está certo” ou “errado”, o que “deve ser feito”.
Tem uma atenção rígida: focaliza intensamente um sector da vida que precisa de correcção e não presta atenção a outros sectores, que se vão desmantelando.
Tem paciência com aqueles que demonstram força de vontade e que admitem os seus erros.
Teme opor-se abertamente à autoridade, por medo de retaliação ou de estar a cometer um erro de julgamento. Não deixa, porém, de desconfiar da autoridade.
Espera que a autoridade note o seu bom desempenho e o recompense.
Tem um estilo intuitivo: apercebe-se facilmente de erros e também se apercebe, de imediato, de como algo poderia ser mais perfeito.
Qualidades
Limitações
Pessoa comprometida em melhorar as coisas, dentro e fora de si mesmo, para conseguir um mundo justo e com ordem moral. Tem critérios morais elevados e está disposto a sacrificar os seus interesses para salvaguardar os princípios em que acredita. Trabalha com intensidade; é metódico e organizado para levar para a frente os projectos; valoriza instintivamente as situações, sabendo ver o que é justo e o que não é. Ao actuar preocupa-se com os pormenores. Perfeccionismo, mesquinhez, crítica excessiva de si mesmo e dos outros, insatisfação e frustração, intenso sentido do “dever”, moralismo e intolerância.
Imagem de si: Tenho razão (“sou preciso”)
Idealização: Honesto
Comunicação / Estilo de Falar: Moralizante (Julga)
Tentação (Dilema): Perfeição
A busca da perfeição domina a vida e é a tentação. Na luta contra a imperfeição, o UM pode tornar-se um Dom Quixote.
Quando encontra algo que lhe parece perfeito, experimenta um êxtase momentâneo. Ao deparar-se com as imperfeições, vem a decepção, daí as frustrações constantes (há uma busca pela Vida Religiosa: “pelo menos Deus é perfeito”).
Um comentário que pode ser frequente é: “pensa como isto poderia ser mais perfeito...”.
É responsável e cumpridor do dever.
É compulsivamente pontual (tem um relógio na cabeça e não precisa de despertador).
Vive sob a pressão do tempo e segue uma agenda bem definida.
É uma pessoa séria, que geralmente não conta piadas.
Os seus hobbies são geralmente práticos (e que podem causar alegria aos outros): cozinhar, cuidar do jardim,...
Tem tendência a renunciar e a punir-se a si mesmo, reprimindo ou matando sentimentos e necessidades.
Ascetismo e puritanismo como meio para se salvar a si mesmo.
Internamente, ferve de raiva, mas não articula agressões, tentado apresentar os seus argumentos e parecer objectivos.
O sentido de perfeição pode ser encontrado em coisas simples: casa arrumada, uma coisa bonita, uma boa conversa, um trabalho bem feito,...
O sentido de perfeição pode também gerar uma magnífica capacidade crítica.
Fuga: Irritação
Quando sente que está irritado, tenta fugir disso, evitar, não demonstrar.
Motivação fundamental: Ira / Cólera
Sente vergonha da sua ira.
A motivação fundamental coincide com a ‘fuga de’.
Não admite (nem percebe) que é agressivo (porque isso é imperfeição).
Pode ser uma raiva vulcânica, assustadora, por ser desproporcional em relação à situação que a produz.
Mecanismo de Defesa: Controlo da Reacção (idealização)
Processo “automático” de censura.
Pelo medo de ser criticado, durante a infância, desenvolveu um sistema de vigilância interna que controla o pensamento, a palavra e a acção.
A repressão das agressões gera uma pressão terrível (“panelas de pressão”). A fúria é a válvula: acumula e, quando tem um motivo que parece legítimo, descarrega tudo.
A compulsão de praticar boas obras pode levá-lo ao desespero: quer ser um aperfeiçoador do mundo, mas nunca está satisfeito com o que aperfeiçoou.
Quando expressam a raiva, é sinal de que está seguro no relacionamento e, quando alguém ouve uma explosão de raiva até ao fim, para o UM é sinal de ser amado.
Tem um ‘crítico interno’: pensamentos julgadores, uma voz que constantemente o censura, o compara com os outros.
A crítica externa é geralmente muito dolorosa, pois já se sente muito criticado internamente.
Tem necessidade de atribuir a culpa a outros, a fim de contrabalançar a intensa crítica dirigida a si mesmo.
O dever de trabalhar afincadamente para satisfazer o ‘crítico interno’ abafa os sentimentos próprios, gera ressentimentos e um sentimento constante de irritação.
Tem a sensação de dois ‘Eus’: um lúdico e outro punitivo. É como uma casa dividida: em cima, mora o ‘crítico interno’ e na cave ficam os sentimentos. Isso gera uma tensão (pois os sentimentos são reprimidos) e pode gerar alternância, erupções momentâneas.
Alguns tentam resolver o dilema levando uma vida dupla (concretamente desejos sexuais reprimidos). Isso funciona como um alçapão que, de vez em quando, em certas situações, dá passagem para a libertação dos sentimentos reprimidos na “cave”.
Se forem pessoas neuróticas, são farisaicas e hipócritas.
Geralmente, tem dificuldade para tomar decisões importantes (medo de errar).
Geralmente, não avança se não tiver o passado resolvido (podem tornar-se a dor de consciência de uma família).
Geralmente, prega a conversão e a renovação. É o tipo reformador.
Armadilha: Susceptibilidade (melindre, irritabilidade, ressentimento)
Há um sentimento constante de ressentimento: qualquer coisa o ‘fere’, o irrita, o incomoda.
Precisa de se aceitar a si mesmo e aos outros, em vez de julgar.
Precisa de ver a trave no seu olho...
As pessoas imaturas do TIPO 1 tornam-se uns “chatos”: os outros sentem-se continuamente julgados e criticados por eles.
Não consegue entender que os outros não se esforcem por serem melhores.
Quando reconhece os seus erros, pede perdão e promete emendar-se.
Consegue perdoar, mas o perdão, geralmente, não é incondicional (consegue guardar “listas” de defeitos dos outros e é rancoroso).
Lentamente, os outros deixarão de levar a sério a pessoa do TIPO 1.
[size=9]Fonte: José Luís Gonçalves, Dr.[/size][/b] |
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