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 psycologo


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Colocada: 18/06/07 Assunto: TIPO 4 - Eneagrama - O Artista |
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Aqui está o nº de uma boa partes dos membros do site:)
Visão Geral
Na infância, teve a experiência de que o mundo era insuportável e sem sentido (sentimento ligado a uma experiência dolorosa de perca: abandono real ou emocional). Esse sentimento de perca gera uma baixa ‘auto-estima’.
Tem a sensação de que havia uma fonte de amor que se perdeu (às vezes, há um sentimento de raiva contra o pai ou contra a mãe que o abandonou). Isso pode traduzir-se num sarcasmo mordaz, numa necessidade de reduzir os outros verbalmente. Mas, geralmente, a raiva reverte contra a própria pessoa.
Faltaram modelos que desempenhassem papéis positivos, por isso, na busca da sua identidade, volta-se para o interior.
Por falta das fontes de amor, criou-as na fantasia: busca o grande amor perdido.
A raiva pela perda sofrida às vezes é tão grande que não pode ser expressa, e é dirigida contra a própria pessoa (o que provoca uma vergonha oculta).
Vive com a sensação de que lhe falta algo na vida e de os outros têm o que lhe falta (faz, por isso, comparações invejosas).
Mesmo alcançando sucesso, permanece voltado para o ‘amor perdido’ e inalcançável - um amor futuro e uma imagem de felicidade que só o amor pode trazer. Isso gera nele o hábito de rejeitar tudo o que seja fácil de alcançar. Concentra a atenção em detalhes refinados que faltam, parecendo tudo o que está disponível não ter valor nem interesse. Pequenas falhas tornam-se motivo de irritação.
Tem atracção pelo distante e inalcançável (por exemplo, idealização do amado ausente).
De humor cambiante, boas maneiras, aprecia o luxo e o bom gosto enquanto sustentáculos exteriores de auto-estima.
Tem como meta a profundidade de sentimentos. É impaciente com a ‘vulgaridade dos sentimentos comuns’.
Utiliza os seus dons para despertar o sentido do belo e da harmonia.
É muito sensível. Possui quase sempre dotes artísticos, exprimindo os seus sentimentos pela dança, música, pintura, teatro, literatura...
Tudo o que possui energia vital e é essencial e atrai-o: o nascimento, o sexo, a morte...
Capta com precisão as emoções e sentimentos dos outros e a atmosfera de lugares e de acontecimentos. Tem especial sensibilidade à emocionalidade dos outros e grande capacidade de apoiar pessoas em crise.
É uma pessoa ecuménica (por exemplo, não aceita a divisão entre sagrado e profano).
Sente-se melhor no campo do inconsciente: símbolos, sonhos...
Ajuda os outros a descobrir o gosto pelo belo e pelo simbólico.
Retira a sua energia vital dos outros: “o que é que tu pensas de mim? eu destaco-me?”.
Procura ser esteticamente atraente, ser “especial”, parecer criativo e, às vezes, até esotérico, excêntrico, extravagante, exótico. É o ‘romântico trágico’. É-lhe comum um estado de melancolia (“doce pesar”).
Acredita que as regras não se aplicam a si. As grandes autoridades são respeitadas, mas, se as autoridades são punitivas, tem tendência para quebrar todas as regras. Pode criar uma certa ‘amoralidade’. Gosta de actuar no limite do escândalo. Tem fascínio por comportamentos escandalosos e o proibido exerce sobre ele uma atracção.
Arranja-se cuidadosamente, embora procure dar a impressão de ser espontâneo. Usa roupas extravagantes.
Marcado pelo anseio, deseja que o mundo e a vida componham um todo harmónico (“O mundo será salvo pelo belo” Dostoiewski).
Vive voltado para si mesmo, criando novas situações de “maldade”, e acaba por ser rejeitado e abandonado.
As normas da sociedade não valem para este Tipo: sente-se um estranho, “uma carta fora do baralho”. Acha-se no direito de estabelecer as suas próprias normas (alguns têm uma consciência elitista).
Demonstra melancolia (prefere as cores preta e violeta). Alguns vestem roupas coloridas. Muitos são vegetarianos, protectores dos animais, feministas e adeptos de doutrinas excêntricas sobre saúde.
Não lhe interessa particularmente possuir coisas: desejar é mais importante do que possuir (quando consegue o objecto do seu desejo, logo se sente frustrado, sendo, por isso, um amante complicado).
Reverencia grandes autoridades: poetas, músicos, gurus, líderes espirituais, “pessoas que têm algo de especial e profundo“. Só esta autoridade interna é que vale (autoridades formais não significam nada...
O seu faro volta-se para o que é genuíno é infalível.
Na Igreja, tem uma sensibilidade afinada para a liturgia, os ritos, a decoração.
Tem um gosto apurado: a sua aparência não se pauta pelo gosto popular (não compra roupas em liquidação nem usa coisas fabricadas em série). Odeia tudo o que é normal, mediano, sem estilo...
Tem tendência a idealizar as “massas incultas”. A sua sensibilidade para com os pobres parte de uma perspectiva estética (na prática não suportaria viver a miséria verdadeira).
Há 3 tipos básicos de QUATRO: basicamente deprimidos, basicamente hiperactivos e oscilantes no humor.
A depressão é um humor frequente: sofre de longos períodos de depressão ou de hiperactividade contínua, ou canaliza tudo isso para a expressão artística.
A vida como arte e a vida como dor estão frequentemente entrelaçadas.
Pede conselho e logo o rejeita: a ajuda é recusada e a própria pessoa é incapaz de agir em benefício próprio, perdendo a esperança de que alguém possa compreender sua situação interior.
Nos relacionamentos, há um padrão de vaivém: afastar o que está disponível e atrair o que é difícil.
Apela para todas as emoções quando sente o abandono: há cenas teatrais e violentas acusações, gestos suicidas e desesperados, quando a ‘perda original’ for recriada.
Sente os seus altos e baixos como um plano elevado da existência que transcende a felicidade comum. Há uma sensação de se ser um estranho à realidade comum, de se ser único, distinto, especial...
Tentação (Dilema): Autenticidade compulsiva (tendência a procurá-la)
As crianças e a natureza despertam nele a originalidade e simplicidade que sentem ter perdido.
Quanto mais o QUATRO não-redimido se esforçar por ser autêntico, mais artificial parecerá aos outros.
Busca a autenticidade: tem a sensação de que o presente não é real; o verdadeiro Eu vai emergir no futuro, quando for verdadeiramente amado.
Fuga de: Banalidade /Mediocridade
Motivação fundamental: Inveja
Consegue perceber de imediato quem tem mais estilo, mais classe, mais talento, ideias mais brilhantes.
Vê quem é mais simples, natural e “normal’ do que ele.
Não há nada que não possa invejar (a inveja pode exteriorizar-se como ciúme nos relacionamentos...)
Luta nele uma criança com seus sentimentos de inferioridade.
Foge do trivial, do convencional e do normal. Exigir dele que seja como os outros, pode causar-lhe pânico.
Se não abandona essa auto-imagem espalhafatosa, continuará egocêntrico. Pode até ser crítico/sarcástico em relação aos seus caprichos, mas dificilmente mudará.
Mecanismo de Defesa: Sublimação artística (dramatização)
Os sentimentos não são expressos directamente, mas por símbolos rituais. Isso ajuda-o a minorar a dor e o medo de rejeição (“se alguém me visse como realmente sou, não suportaria o espectáculo”).
Alguns sentem-se mais à-vontade com a sua arte do que com as pessoas.
O entusiasmo pelos outros pode ir e vir (os outros podem tornar-se um meio de descarga emocional de certos anseios, recordações, sonhos).
Encena a sua vida como se de uma obra de arte se tratasse (tudo bem sintonizado; parecendo embora casualidade, foi tudo bem planeado).
Armadilha: Melancolia (“doce tristeza”)
Para ser feliz, precisa ficar deprimido e de sofrer de vez em quando.
É o “romântico trágico” (“a melancolia é a felicidade de estar triste” Vítor Hugo)
Quanto maiores a dor e a melancolia, mais criativa a pessoa se pode tornar.
Tem muitas vezes afinidade com a morte (porque só a morte pode perpetuar a beleza; última lamentação e saudade definitiva).
Pode dirigir as agressões contra si mesmo, sendo normal que tenha nojo de si mesmo e do próprio corpo (mesmo que seja bonito, acha-se feio). A mania do emagrecimento é normal nas mulheres do TIPO 4.
Precisa de amigos que o suportem sem que se deixem envolver pelas suas oscilações de humor. Conviver com um QUATRO é cansativo e exige muita tolerância (o parceiro fica exposto a uma crítica constante, sujeito à sedução e à recusa).
Oscila entre fases de actividade exagerada e fases de “paralisia”.
Pode criar uma personalidade maníaco-depressiva.
No estado de depressão recusa ajuda, por achar que ninguém o compreende.
Leva muito a sério os seus sentimentos e fica muito magoado quando estes são feridos.
A crítica faz com que se retraia. Por outro lado, tem a propensão para se criticar a si mesmo.
Fonte: José Luis Gonçalves, Dr. |
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 psycologo


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Colocada: 18/06/07 Assunto: Re: TIPO 4 - Eneagrama - O Artista |
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| psycologo escreveu: |
Para quem me conhece e sobretudo para quem ainda não me conhece, aqui estou eu fielmente (em grande parte) representado. :) |
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 inyou


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Colocada: 18/06/07 Assunto: Re: TIPO 4 - Eneagrama - O Artista |
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| psycologo escreveu: | | psycologo escreveu: |
Para quem me conhece e sobretudo para quem ainda não me conhece, aqui estou eu fielmente (em grande parte) representado. :) |
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Eu nem comento :cry: |
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 nianwolf


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Colocada: 28/06/07 Assunto: |
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Wolf - Tinha-me sentido um tiranozinho ao ler o eneagrama do tipo 2...
agora é que levei tareia... :? :shock: |
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 psycologo


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Colocada: 29/06/07 Assunto: |
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| nianwolf escreveu: | Wolf - Tinha-me sentido um tiranozinho ao ler o eneagrama do tipo 2...
agora é que levei tareia... :? :shock: |
De acordo com o Eneagrama wolf, não há números ou tipos bons ou maus. O número é neutro, sem moralidades. |
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